A escuta clínica
Um espaço para aquilo que talvez você ainda não consiga nomear, permitindo criar novas formas de se relacionar com a própria história.


Por que algumas histórias parecem se repetir, mesmo quando você já sabe que não quer vivê-las novamente?
Na terapia, você pode nomear o que se repete e começar a escrever outra versão da sua história.
Geicy Sousa · Psicóloga
CRP 06/199531
Sou psicóloga há 7 anos e trabalho com orientação psicanalítica.
Meu trabalho é oferecer um espaço onde você possa falar sobre o que vive, inclusive o que parece confuso, contraditório ou difícil de nomear. Um espaço para olhar para a própria história com mais cuidado, compreender o que se repete e, a partir disso, construir novas possibilidades para suas escolhas e sua forma de viver.
Minha escuta é sustentada por estudo, supervisão e análise contínuos, que fazem parte do meu compromisso com uma prática clínica cuidadosa e responsável.
Há coisas que sabemos sobre nós e há aquilo
que só descobrimos quando começamos a falar.
Um espaço para aquilo que talvez você ainda não consiga nomear, permitindo criar novas formas de se relacionar com a própria história.

Algumas questões se repetem em diferentes situações. O trabalho clínico permite investigar o que sustenta essas repetições.

Não há protocolo. O trabalho se constrói a partir da sua história.

Se você se reconheceu aqui,
vamos conversar.
Falaremos sobre o que te fez buscar a terapia e sobre a possibilidade de seguirmos com o trabalho. A primeira conversa é sem compromisso.
Os encontros acontecem online, com duração de 50 minutos, em dia e horário fixos combinados entre nós.
O processo se constrói ao longo das sessões, no seu ritmo e a partir das questões que fazem parte da sua vida.